Coloração vegana? Temos!

Coloração vegana? Temos!

Há alguns anos, tenho trabalhado para deixar um legado para a marca Inoar, fundada por mim e pelo meu filho, Alexandre. Eu acredito que uma empresa está além de fabricar e vender produtos. Nós estamos aqui também para contribuir para o desenvolvimento das pessoas, da indústria, do país.

Mais do que uma marca, somos uma história. E para mim ela precisa estar conectada com o mundo em que vivemos, em uma troca constante com nossos consumidores, com nosso entorno, com a natureza.

Ao assinar minha adesão ao Pacto Global da ONU, eu já estava certa de que todo este trabalho tem um propósito. E isso me dá mais certeza do nosso caminho.

Todos os nossos shampoos, condicionadores e tratamentos capilares, além dos dermocosméticos, são veganos. Isso significa que eles não têm ingredientes de origem animal e não são testados em animais, em hipótese alguma.

Se 2018 foi o ano em que consolidamos este posicionamento, 2019 vem para mostrá-los nas embalagens e em novas linhas também.

2019 vai ser o ano da nossa coloração vegana, que adianto para vocês neste post, e está em fase de finalização.

Com uma fórmula inovadora, alta cobertura e performance superior, vocês não perdem por esperar a nossa Inoar Color!

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Pacto Global da ONU. Eu apoio!

Pacto Global da ONU. Eu apoio!

Na última sexta-feira (5 de abril de 2019) recebi um e-mail que já estava esperando há alguns dias e que confirmaria o meu feeling tão aguçado – as boas-vindas ao Pacto Global das Organizações das Nações Unidas – ONU.

A Inoar tornou-se, assim, participante desta importante iniciativa de sustentabilidade empresarial graças ao meu apoio incondicional aos seus princípios universais de direitos humanos, trabalho, meio-ambiente e combate à corrupção.

Há muitos anos venho insistindo em fazer uma empresa diferente. Digo insistir pois no mundo empresarial é preciso vencer algumas barreiras, criar novos hábitos, “matar um leão por dia”, para poder construir um negócio de valores (que não necessariamente tem a vem com dinheiro).

Assim, como vocês já conhecem, é meu investimento pessoal, de tempo, de dinheiro, e um investimento emocional também, que impulsiona a iniciativas sociais do projeto Beleza Solidária. E são elas que fazem com que a gente se aproxime mais de iniciativas tão importantes para as questões humanas para quem todo empresário tem o dever de olhar.

É por meio do projeto Beleza Solidária que as identidades de pessoas das bases da pirâmide social são resgatadas em cursos de capacitação e ações emergenciais em parceria com ONGs, no Brasil e no mundo.

Estamos também comprometidos com a questão da representatividade, acreditando na importância de mulheres, negros, LGBTs, pessoas com deficiência e outros grupos ocupando mais espaços, no dia a dia, em suas parcerias, e em sua comunicação.

A Inoar garante que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados e contribui para a abolição de todas as formas de discriminação, especialmente pelo Projeto Mais Sessenta, para a contratação de profissionais maduros.

Reafirmamos nosso posicionamento com a questão da biodiversidade, desenvolvendo cosméticos veganos, sem testes em animais e sem ingredientes de origem animal, e também estamos comprometidos com o uso de matérias primas e processos que não agridem o meio-ambiente.

A Inoar apoia, ainda, a luta contra a corrupção, extensiva a todos os colaboradores, executivos, diretores e sócios, em sua sede e rede de distribuidores.

As ações práticas que a Inoar vem desenvolvendo ao longo dos anos têm total sinergia com os princípios estabelecidos pelo Pacto Global: Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Luta Contra a Corrupção. Agora, somos participantes desta grande iniciativa da ONU, que vem reforçar tudo aquilo em que sempre acreditei.

Inocência Manoel

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Inoar Cosméticos em Bazar Beneficente de ONG Florescer, em Paraisópolis

Inoar Cosméticos em Bazar Beneficente de ONG Florescer, em Paraisópolis

Venda de cosméticos da marca vai ajudar a reconstruir muro derrubado pelas fortes chuvas de março

WhatsApp Image 2019-04-05 at 17.13.21Fundado por Inocência Manoel, o projeto Beleza Solidária Inoar tem como um de seus objetivos o apoio a ações emergenciais de associações parceiras. Nesta sexta-feira (5/4), a ONG Florescer, associação fundada pela empresária Nadia Bacchi (mãe da atriz Karina Bacchi) recebeu kits de cosméticos Inoar, doados pelo projeto Beleza Solidária para um bazar realizado na sede da ONG.

O evento busca angariar fundos para a reconstrução de um muro nos fundos do espaço, que fica na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. Devido às fortes chuvas do mês de março, parte do local cedeu.

“Temos um carinho muito grande pela ONG Florescer, admiro o trabalho realizado ali com as crianças da comunidade e, como fundadora do projeto Beleza Solidária, conheço a necessidade do nosso apoio para que uma associação tão digna como essa possa continuar com suas atividades”, diz a empresária Inocência Manoel.

A ONG Florescer atende cerca de 300 crianças com aulas de reforço escolar, artes e cursos profissionalizantes. O bazar acontece até sábado (6/5) com venda de roupas, sapatos e cosméticos Inoar.

Sobre a Inoar

Empresa brasileira referência no mercado nacional e internacional, a Inoar Cosméticos traz em seu DNA a essência de seus fundadores: a criação de produtos inovadores pelo olhar único de Inocência Manoel, Diretora de Marketing e Criação, e a administração dos negócios de Alexandre Nascimento fazem da Inoar uma marca de cosméticos inspirados em vários tipos de pessoas, com inovação, tecnologia de ponta e o know-how de quem entende as necessidades de profissionais e consumidores finais.

Projeto Beleza Solidária Inoar

Fundado por Inocência Manoel, o Beleza Solidária é um projeto da marca Inoar criado para capacitar pessoas de diferentes comunidades, no Brasil e no exterior, e está também voltado à recuperação das identidades das mulheres e ao seu empoderamento. Com cursos oferecidos à população de baixa renda, e ações itinerantes diversas, a iniciativa pretende oferecer à sociedade um caminho para o empreendedorismo.

Inoar

www.inoar.com

Facebook: Inoar Brasil

Instagram: @InoarBrasil | belezasolidaria.inoar

Tel.: (11) 4135-4555

Mulheres têm prazo de validade?

Mulheres têm prazo de validade?

 

“Cheguei aqui à meia-noite, dormi na fila e acabei de ser descartada, como se eu fosse um lixo”, diz Edna Teixeira, de 58 anos, cabisbaixa.

A frase ilustra uma dura matéria da BBC News Brasil sobre o drama das pessoas com mais de 50 anos que passam a noite na fila e saem sem trabalho do Mutirão do Emprego. (Confira aqui).

E ela vem reforçar muitas das minhas constatações sobre carreira, preconceito e algumas histórias que vivi na pele e ainda sinto, como mulher e empresária.

Depois de uma vida inteira dedicada ao meu sonho de criar produtos e desenvolver marcas, o que chamam de sucesso só chegou mesmo, para mim, aos 55 anos de idade. Antes disso, foi luta atrás de luta, com derrotas no meio.

Porém, a trajetória de uma mulher que opta por seguir nesta carreira é permeada de preconceito, como se eu não tivesse o direito de estar aqui, fazer o que faço, chegar onde cheguei.

Num país em que as mulheres assinam 72% dos artigos científicos publicados, ainda somos minoria. O desemprego é tradicionalmente maior entre as mulheres. Ao lado dos jovens e dos pretos e pardos, a população feminina é das mais afetadas pela falta de oportunidades no mercado de trabalho.

Por outro lado, quem está no mercado de trabalho, tem suas lutas diárias contra o preconceito. Não é só no Brasil, mas costumam de achar mais nova do que realmente sou, e aí, quando revelo a minha idade, os olhares mudam: “Ah, mas você já pode se aposentar.”

Dizem que a mulher esconde a idade, mas por diversas vezes nos vemos obrigada a isso. Algumas vezes, para esconder a pouca experiência. Algumas vezes, para esconder que não estamos nem perto de parar. Dentro da minha própria empresa, um diretor geral tentou me aposentar.

Quando me tornei avó, então, tentaram me colocar na forma de uma avó tradicional. E na minha melhor idade, precisei lembrar a todos que eu não sou quem esperam que eu seja. Eu sou feita das minhas experiências, dos meus erros, meus acertos, meu repertório cultural e de vida. E não estou aqui para satisfazer a expectativa de ninguém. Como diz a incrível Martha Medeiros:

“Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos.”

Tirando a parte da cozinha e do cor-de-rosa, me identifico. Nunca me encaixei em padrões, vão querer me formatar agora?

Se na minha juventude abri mão de tantas coisas, agora vou fazer tudo o que deixei para trás. Comecei a fazer uma nova faculdade. Vou voltar a dançar. Quero aprender mais um idioma. Estou estudando novas tecnologias e modelos de gestão. Vou voltar a dar palestras. Estou criando novas marcas. O mundo é do tamanho da gente.

Hoje, tenho um filho bem casado, bem-sucedido, por quem trabalhei muito. E com isso, tenho plena convicção de que chegamos aqui íntegros e agora é hora de me ressignificar.

Mulheres sofrem preconceitos e pré-conceitos. Quem disse que, depois dos sessenta não podemos ter cabelos compridos, usar jeans e camiseta? Onde é que está escrito que meu cabelo precisa ser branco, ou platinado, ou prateado?

Hoje o tempo é meu. No período mais rico da minha vida, quem quiser seguir meu ritmo, pode chegar. Se não, eu já danço a dança da vida sozinha mesmo. E feliz, obrigada.

Coloco toda essa reflexão aqui em um momento em que é desumano olhar a fila do desemprego e ver tantas mulheres, senhoras e os idosos ainda tendo que lutar por sobrevivência – não por seus sonhos.

Na Inoar, idade nenhuma nunca foi pré-requisito para uma contratação. A empresa reflete meus valores pessoais, e estes estão muito à frente. Pessoas e mulheres não têm prazo de validade.

Minha história deu um livro

Minha história deu um livro

Tenho lido e relido os manuscritos finais do livro que irei publicar com a história da minha vida. Não por vaidade, mas porque realmente faço parte de uma minoria de pessoas que conseguem transformar a própria história. No Brasil, quem nasce nas camadas mais pobres pode levar até 9 gerações para atingir uma renda média.

Eu acredito em inspirações, muito mais do que em fórmulas para ensinar as pessoas a “chegarem lá’.

Tenho os meus ídolos e muitas vezes é uma música ou uma frase inspiradora que me move. As vidas reais, as histórias que nos empoderam e nos tiram da zona de conforto. Se eu tiver que ser uma inspiração, que seja a da minha vida real.

Uma vida em constante movimento e que meu deu alguns títulos: doida, delirante, sonhadora…

Aos pouquinhos, estamos conseguindo mudar a realidade, mas o fato é que sempre houve muito preconceito com as mulheres que fogem de um padrão estabelecido e enraizado na cultura brasileira (em outras também).

Eu nunca fui padrão, prefiro ser fora dos padrões. Sempre estudei e fui curiosa, isso me levou a desenvolver produtos, e é assim até hoje. Mas só fui ter carteira de trabalho há 3 anos, para poder me registrar como jornalista, o único registro que tenho na vida.

A maioria das minhas amigas casou, teve filhos e quando já estavam se aposentando, eu nem tinha plano de saúde. Estava na batalha.

Sofri preconceito de todos os lados, por quase todas as minhas decisões ou pela minha própria condição. Por ser mulher. Por ser solteira. Por ser mãe solo. Por ter mais de 40, mais de 50, mais de 60. Ao mesmo tempo em que a maturidade nos brinda com sabedoria para não sofrer, vamos colecionando cobranças de quem não se conforma com a nossa condição.

Me diziam para prestar concurso, para dar aulas, para arranjar um emprego. Eu, que nunca deixei de trabalhar um dia sequer da minha vida, jamais me senti desocupada. Eu só era “fora dos padrões”. E por isso me continuavam me chamando de louca.

Parece que o tal do “sucesso” caminha de mãos dadas com a loucura e ele realmente chega para quem não desiste no meio da jornada. Aos 55 anos de idade, enfim, parecia ter chegado a minha hora. A marca Inoar despontava no mercado da beleza e, em vez de comprar uma casa ou investir meu primeiro dinheiro, nós investimos na Beauty Fair, a maior feira de cosméticos do Brasil, e fizemos nossa primeira feira no exterior, em Nova York. Lá fiz questão de hastear a bandeira do Brasil, sendo os únicos representantes do país no evento.

Sofremos um duro golpe na volta, ao sermos roubados por um terceirista. Eu podia parar? Podia. Mas a louca aqui não para, não.

Dizem que conselho só se dá a quem pede. E se vocês que leem meu blog e se identificam com minha história me mandam tantas mensagens a respeito da minha vida, acredito que eu possa deixar algumas palavras que inspirem vocês também. Ou que, no mínimo, elas abram espaço para pensar.

Vamos ser loucas sim. Sem medo. É preciso muita loucura para acreditar que somos capazes de vencer, mesmo que já estejamos atravessando meio século de vida. Essa vida louca que tanto pregam não é senão uma vida de coragem, luta e FÉ.

O fruto do nosso ventre

O fruto do nosso ventre

A data de hoje marca algumas décadas do meu parto, feito pelo Dr. Salim no antigo Hospital Sorocabana, na cidade de Assis, no interior de São Paulo.
Foi ali que escolhi ter o meu único filho.

Quando saí da maternidade, carregava um bebê, 55 pontos de cesárea e o preconceito de uma cidade por não ter o estado civil que a sociedade me cobraria a vida inteira.

Se fui mãe solo, nunca estive sozinha. Uma rede de apoio feminina me deu todo o suporte necessário para enfrentar os olhares, questionamentos e condenação por minha opção.

Hoje comemoro o dia em que tive um filho. Parabéns, Alexandre. A você e a todas as mulheres de nossas vidas: Elza, Helena, Cecília, Zene, Bina, Silvana, Jandira Baldani, Ana Maria, Dona Maria foram parceiras e o suporte emocional que me amparavam enquanto precisava trabalhar – inclusive para pagar meu parto, sozinha.

Foram elas, as mulheres da minha vida, que embalaram você, nossos sonhos e a quem também devemos agradecer.

Para aqueles que me julgaram ou que por um momento possam ter nos condenado, para a mesma sociedade que tanto me adjetivou por meu caminho, trouxe à vida um homem que me enche de orgulho.

Trabalhador, responsável, empresário que gera tantos empregos, pai honrado de uma família, um ótimo marido e um pai maravilhoso para o meu neto. Feliz aniversário!

Eu celebro este dia tão especial, pelo que ele significou para todos nós. E hoje vejo que aqueles que me apedrejaram por ter escolhido seguir em frente, com você no meu colo e de cabeça erguida, estão sentados em suas casas enquanto eu continuo não aceitando os padrões de quem quer me fazer parar.

Inocência Manoel

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Neste Dia Internacional da Mulher, resolvi trazer histórias de mulheres que foram chamadas de loucas, mas que não estão no comercial da Nike.

Mulheres que mudaram o mundo, que nos inspiram a mudar a nossa condição, que nos dão força para continuar quebrando padrões. Não precisamos de medalhas, temos nossa voz.

A história está cheia de mulheres que superaram não só o preconceito, mas que quebraram paradigmas. Hoje é dia de celebrar cada uma delas.

Com vocês, a voz das mentes femininas sobre a vida, o sucesso, a felicidade:

“O maior conselho que já dei à minha filha é que todo dia eu digo: ‘Genesis, quais são as suas duas melhores partes?’. E ela diz: ‘meu cérebro e meu coração’. Digo: ‘você precisa se lembrar disso, Genesis. Precisa se lembrar que você não é a sua aparência‘, sabe? Acho que essa é a melhor dica de beleza que eu poderia dar a ela.”
– Viola Davis, atriz

“Não gostar de mim é um direito seu, agora fingir que gosta já é falta de caráter.”
– Amy Winehouse, cantora

“Uma criança, um professor, um livro e um lápis podem mudar o mundo.”
– Malala Yousafzai, defensora dos Direitos Humanos

“Aquele que é feliz espalha felicidade. Aquele que teima na infelicidade, que perde o equilíbrio e a confiança, perde-se na vida.”
– Anne Frank, jovem judia morta pelo nazismo

“Sozinhos, pouco podemos fazer; juntos, podemos fazer muito.”
– Helen Keller, primeira pessoa cega e surda a conquistar um título de bacharelado

“A verdadeira generosidade consiste em entregar-se completamente e, mesmo assim, sentir que não lhe custou nada.”
– Simone de Beauvoir, filósofa francesa

“Quanto mais velha eu fico, mais me interesso pelas mulheres. Ainda não conheci uma mulher que não é forte. Elas não existem.”
– Diane von Furstenberg, economista e estilista belga

“Quando você tropeçar, mantenha a fé. Quando for nocauteada, levante rápido. Não ouça quem diz que você não pode ou não deve continuar.”
– Hillary Clinton, Secretária de Estado dos Estados Unidos

“As rosas da resistência nascem no asfalto. A gente recebe rosas, mas vamos estar com o punho cerrado falando de nossa existência contra os mandos e desmandos que afetam nossas vidas.”
– Marielle Franco, vereadora assassinada

“Se eu não fizer pelos outros o que não fizeram por mim, não teria aprendido nada.”
– Inocência Manoel