Por que projetos sociais precisam existir

Por que projetos sociais precisam existir

Fundei o projeto Beleza Solidária há 10 anos, quando vi a necessidade de olhar além dos muros dos meus negócios. Às vezes, estamos tão focados em empreender e lidar com as dificuldades do dia a dia, que fica difícil lançar este olhar para o outro. Mas não comigo.

Como vocês sabem, eu tive um começo difícil. Alguns vários recomeços também, e nunca recebi ajuda, ou capital, ou investimento. Nada. Foi tudo ali, com unhas e dentes e solidão mesmo. Mas é como eu já disse outras vezes e repito: se eu não puder fazer pelos outros o que não fizeram por mim, não teria aprendido nada.

Isso sintetiza toda minha crença e meu modo de agir: é impossível crescer e deixar de ver o que acontece à nossa volta. E, infelizmente, vivemos em um mundo em que a desigualdade grita.

Fazer a diferença na vida das pessoas é praticar a empatia diariamente. Quantas vezes você já se colocou no lugar do outro?

Não sei se foi a minha trajetória, mas o fato é que eu passei por coisas que me renderam boas lições. Situações de vida duríssimas, escolhas complicadas, e tudo aquilo que as pessoas que veem a obra pronta conseguem julgar. São poucos os que realmente conseguem “andar com os sapatos dos outros”.

Foi por causa disso que o Beleza Solidária nasceu. Com o foco em capacitar, gerar renda, transformar vidas. E pronto também para atender situações emergenciais, como fizemos ontem ao levar produtos de higiene para uma região do Taboão da Serra afetada pelas fortes chuvas e alagamentos da última segunda-feira.

Conviver de perto com a realidade de algumas pessoas nos faz pensar em valores dos quais nem nos dávamos conta antes. Você percebe o quanto é privilegiado e que pode usar esta condição para praticar o bem, em vez de querer mais só para você mesmo.

Por meio de projetos sociais você também vê o quanto o poder público falha, e como as empresas podem e devem fazer sua parte para diminuir as diferenças. Em vez de reclamar, vamos lá fazer.

Estudos recentes vêm focando atenção nos efeitos da responsabilidade social corporativa na atitude de funcionários e consumidores, especificamente da correlação positiva entre preferência dos consumidores pelos produtos das empresas e a responsabilidade social desta, mostrando que esta correlação passa pelo fato de os consumidores fazerem uma avaliação geral da empresa em si, quando envolvidos no processo de decisão de compra. Em um artigo intitulado The Company and the Product: Corporate Associations and Consumer Product Responses, publicado no Journal of Marketing, 61, 68-84, os pesquisadores Brown, T.J. e Dacin, P.A. argumentam que o histórico de ações de responsabilidade social das empresas não proporciona propriamente informações sobre os atributos de qualidade de seus produtos, mas cria um contexto geral favorável dentro do qual o consumidor constrói sua avaliação.

Projetos sociais mudam vidas. Esta é a minha maior inspiração, porque não quero o mundo para mim. Quero um mundo melhor para todos – sem distinção.

Inocência Manoel

Sobre cair de pé

Sobre cair de pé

A vida de um empreendedor é uma luta diária. E aqui falo do empreendedorismo nato para que não romantizem a questão como ultimamente temos visto acontecer no nosso tão sofrido Brasil.

Desde minha adolescência empreendo e muito se engana quem pensa que minha trajetória sempre esteve rodeada de beleza – apesar de sempre ter trabalhado na área. Desde o início, aprendi na marra a cair, resistir e seguir. Eu aprendi e talvez hoje possa ensinar qual é a diferença entre cair e cair de pé.

Eram outros tempos e ter o meu próprio negócio estava muito mais no meu sangue do que qualquer outra profissão. Criatividade e inventividade fazem parte do meu DNA e com isso fui estudar. Sempre fui da pesquisa, adoro um bom planejamento e execução caprichada.

Isso se reflete totalmente nos produtos que desenvolvi ao longo de tantos anos para a Inoar, mas quando eu era muito nova não havia ninguém para me ensinar, então eu segui meus princípios em cada um dos negócios que já tive, que abri sem ajuda financeira de ninguém. E eles, os princípios e a educação que recebi, sempre me conduziram para este caminho: nunca abandonar minhas responsabilidades. Isso é cair de pé. Cair, quebrar, mas permanecer de pé com a cabeça erguida.

Todo mundo que se arrisca um dia cai. E o que você faz com seu tombo e a pessoa que você se torna com ele são os divisores de água da sua vida. Meu modo de fazer negócios é um só, não importa o tamanho da minha empresa: primeiro os colaboradores. Nunca tirei dinheiro para mim sem antes pagar funcionários! É uma questão de ética e moral.

Tive pequenos e médios negócios que simplesmente não foram para a frente. Vergonha nenhuma de dizer isso. Quebrei algumas vezes, fui enganada muitas. Não tenho também motivos para colocar um filtro em nenhuma história. E sabe por que? Essa jornada de erros e acertos me trouxe até aqui. Íntegra. Empregando muita gente. Salvando vidas. Aprendendo todos os dias.

Infelizmente, ter um negócio não é para todos. Hoje, com a crise, desempregados viram empreendedores. Sem conseguir retornar ao mercado de trabalho, profissionais apostam no próprio negócio, mas poucos conseguem executar um bom planejamento e compreender o mercado em toda a sua profundidade.

Empreender parece um sonho. Mas não é. Nesta vida, temos que viver com os olhos bem abertos.

Nesse processo de aprender, os erros foram bênçãos. Porque mesmo quando achamos que atingimos o topo, quem está ali embaixo lança as cordas para te puxar para baixo. Empreender é sobreviver a tudo e todos, justamente porque você sempre sabe o que pode te esperar. Mas sempre com ética, moral, seguida de compaixão por aqueles que trabalham para você.

Inocência Manoel

Resgatamos uma ninhada de gatinhos na Inoar Cosméticos

Resgatamos uma ninhada de gatinhos na Inoar Cosméticos

Os filhotes foram prontamente socorridos por colaboradores

Uma ninhada de gatinhos foi encontrada na última terça-feira (21) na área externa de nossa logística da empresa Inoar Cosméticos, em Taboão da Serra (SP). Logo que soube da história, me emocionei com a mobilização dos colaboradores para salvar os pequenos e não hesitei em ajudar.

Quem socorreu os filhotes inicialmente foi Geovani Alves, operador de empilhadeira, que buscou ajuda dos demais. A maior preocupação do colaborador foi uma das gatinhas que machucou a pata, e precisou ser atendida com urgência. A filhote, que recebeu o nome de Bianca, felizmente foi operada e passa bem.

Prontamente, decidi arcar com todos os custos da cirurgia de Bianca, além da alimentação e da castração de todos os gatinhos. Salvar os bichinhos não é uma caridade, mas sim, uma obrigação; uma atitude que diz muito sobre os valores da Inoar.

O colaborador Geovani será o novo ‘papai’ de Bianca. “Eu vou adotar a gatinha e cuidar dos ferimentos pós-cirúrgicos com responsabilidade. Já tenho uma cachorrinha em casa chamada Nala, que também foi abandonada aqui em frente à empresa. A gatinha será um novo membro da minha família”, conta.

A adoção foi divulgada internamente e, assim, logo os outros três gatinhos ganharam um lar. Bianca está bem após a cirurgia e saiu no dia 23 de janeiro da internação.

O respeito aos animais é um dos principais pilares da Inoar Cosméticos.  Há anos, minha paixão por eles motiva o apoio a causas relacionadas, como a ‘crueltyfree’, que se aplica aos produtos de beleza e higiene não testados em animais.

Há dois anos, a marca faz parte da lista do PETA (Associação de Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) de empresas “livres de crueldade”; além disto, todas as linhas capilares são veganas, ou seja: não possuem nenhum ingrediente de origem animal em sua composição.

Nova embaixadora da Inoar

Nova embaixadora da Inoar

Representatividade é uma palavra obrigatória no mundo da beleza e, para a Inoar Cosméticos, uma realidade que faz parte do dia a dia da marca. Desde 2015, faço questão de incluir em nossas campanhas pessoas com diferentes perfis, ao lado de modelos ou não, para ressaltar a beleza da diversidade.

Somos pioneiros no segmento ao trazer novos ativos e matérias-primas para o setor de cosméticos capilares, e também na forma de pensar e repensar a beleza. Por isso, convidei Maiara Barreto, atleta paraolímpica e farmacêutica, como nossa nova embaixadora.

Aos 21 anos de idade, Maiara sofreu um acidente de moto e teve uma fratura na coluna cervical, ficando paraplégica e totalmente dependente de seus familiares. Por conta do tratamento especial, teve de trancar a faculdade e se mudar com a mãe para Brasília, onde reaprendeu a se vestir, se alimentar e readquiriu a independência. Uma atividade que a ajudou muito durante a reabilitação foi a natação, pois era um esporte que já praticava e gostava. O esporte a fez esquecer o trauma e as limitações.

No ano de 2010 conseguiu voltar à faculdade, em 2014 formou-se farmacêutica, área na qual atua profissionalmente. Maiara seguiu com a natação, conseguindo a convocação para os Jogos Paraolímpicos Rio 2016, conquistando o 7o lugar no 50m costas e 8o lugar nos 100m livre. Recebeu medalha de prata nos Jogos Parapanamericanos Lima 2019 e o 4o lugar no mundial de natação de Londres, nesse mesmo ano.

Ela conta que, apesar da deficiência, segue sua vida da maneira que deseja: mora sozinha, trabalha, treina, viaja, encontra com amigos e faz muitos passeios com Zeus, seu cachorro.

Foi esta força de vontade que me fez convidá-la para sua primeira campanha na Inoar, que em 2015 recebeu o nome de #Diferente. Maiara Barreto é uma mulher linda, e, além disso, me passa beleza por meio de sua história de superação. Ela é uma pessoa de garra e isso nos inspira. Tem tudo a ver com a Inoar e com o que eu acredito.

Escolhida como um dos novos rostos da marca, Maiara vai poder ser vista em embalagens de um novo projeto de 2020, além de campanhas institucionais da Inoar Cosméticos. Quando falamos sobre a inclusão de uma pessoa com deficiência com tanta alegria e otimismo, lembramos que não é a cadeira de rodas que a define.

Inocência Manoel

Qual é o seu legado?

Qual é o seu legado?

A palavra legado vem do latim legatus, que por sua vez deriva de legare e significa aquilo que foi doado em lei. Por exemplo, algo que se deixa a alguém que não necessariamente seja seu herdeiro. Legado também pode ser atribuído a uma coisa imaterial. Quando você deixa uma obra, uma criação, algo que influencia a vida de pessoas, isto é um legado.

Quando comecei a trabalhar, era muito nova, mas havia dentro de mim a vontade de fazer algo “infinito”. Tinha poucas oportunidades, mas coragem suficiente para mudar minha própria condição (e a de meus familiares e de tantas outras pessoas). Isso ali ainda não tinha nome. Mas estava dentro de mim.

E entre tantas idas e vindas, foi assim que cheguei até aqui e é assim que continuo criando e desenvolvendo produtos, entre tantos outros projetos que me movem e que compartilho com vocês, aqui no blog ou nas páginas da Inoar.

O que ninguém sabe é a importância que dou para todo este legado. E isso faz uma verdadeira diferença na forma como as pessoas veem a marca. Isso porque elas querem se relacionar com empresas cujas crenças estão baseadas em valores sólidos. Empresas que representam um importante legado tendem a ser mais valorizadas e almejadas do que aquelas que têm um perfil volátil.

Agora segura esta: uma pesquisa recente publicada na revista Harvard Business Review mostrou que empresas que não possuem foco em lucro são as que mais estão lucrando.

O levantamento veio a partir de uma análise de empresas de médio e grande porte e demonstrou que negócios com um propósito maior que simplesmente ganhar dinheiro tiveram seis vezes mais retornos para seus shareholders do que aquelas focadas exclusivamente no lucro.

Quando comecei a criar meus produtos para cabelos, eu não tinha em mente a venda. Eu tinha ali um propósito, que era fazer um produto de melhor qualidade e com menor custo para minhas clientes de salão. Vejam bem que a venda não era o meu principal pensamento, ela era uma consequência.

Nesta época, ainda não se falava em capitalismo consciente, mas eu tinha a clara percepção de que o modelo Wall Street de fazer negócios, só focado em lucro, não duraria para sempre. Hoje temos tecnologia e informação na palma das mãos e estamos sendo testemunhas de como os valores da sociedade estão mudando.

Hoje ninguém faz uma compra inconsciente. E eu não faço um produto sequer no qual eu não acredite com todas as minhas forças. Sem perceber eu sempre estive inserida neste modelo de empreender com propósito.

Nesta trajetória, errei e acertei, mas aprendi com todas as opções. Ter propósito é deixar um legado. E, acima de todas as definições para esta palavra tão forte, para mim ela está relacionada ao próximo. Àqueles que amo, àqueles que trabalham comigo, àqueles que nem me conhecem e me agradecem por um produto.

O valor disso não se mede.

E você? Qual é o seu legado?

Inocência Manoel

Para 2020 e além

Para 2020 e além

Chegamos a 2020 e, como a cada começo de ano, começamos a colocar em prática os nossos planos (ou a fazê-los). 2019 foi um ano no mínimo complicado. No Brasil, muitas dúvidas, instabilidade e fake news ainda rondando a população.

Ao mesmo tempo em que se falou em uma retomada, assistimos de camarote à precarização do trabalho, com menos direitos trabalhistas, mais pessoas “empreendendo” por pura falta de opção.

Na hora da virada, falou-se muito de prosperidade e esperança – e de fato são desejos que temos que manter vivos, porque a verdadeira revolução há de ser humana.

Como nós, empresários, podemos fazer um mundo melhor para os próximos anos que acabaram de começar?

A palavra que mais concentra resultados ainda é esta: Sustentabilidade. Andei falando bastante dela por aqui, nos posts sobre minha participação no Fórum da ONU de 2019.

Afinal, o que é a sustentabilidade?

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, o empresário norte-americano Jonh Elkington, fundador de uma organização não governamental chamada Sustainability, criou uma nova maneira para entender a sustentabilidade nos negócios. Para ele, “é preciso que os negócios sejam feitos levando-se em consideração o equilíbrio entre os fatores ambientais, sociais e econômicos, e os resultados das empresas precisam refletir esse equilíbrio”.

O termo tem tem origem no latim sustentare, que significa “sustentar”, “apoiar” e “conservar”. Pensando na origem da palavra, conseguimos entender seu conceito, que indica que há a possibilidade de sustentação, ou seja, economicamente viáveis, socialmente justas e culturalmente diversas.

Engana-se quem pensa que a sustentabilidade está atrelada somente ao meio ambiente. Na verdade, a sustentabilidade que precisamos buscar nas empresas tem um tripé (Triple Bottom Line) em que as dimensões econômica, ambiental e social devem estar em equilíbrio.

No âmbito social o objetivo é promover qualidade de vida, dentro e além dos muros da organização. Aqui, para mim, é muito importante pensar nos indivíduos da sociedade que enfrentam condições desfavoráveis.

No meio ambiente, são as ações da empresa para eliminar o amenizar o impacto negativo causado por suas atividades. Um verdadeiro desafio para a humanidade a longo prazo, por isso é preciso começar já.

E no cenário econômico a sustentabilidade é alcançada através de um modelo de gestão sustentável, ou seja, um modo que incentiva processos que permitam a recuperação do capital financeiro, humano e natural da empresa.

A sustentabilidade nas empresas tem sido objeto de debates recorrentes na última década, por isso nosso papel é tão importante em um mundo conectado e atento ao que desenvolvemos.

Mas conceito é tão amplo que ser sustentável é para pessoa jurídica e física também.

Você pode começar na sua casa, ensinar a seus filhos: economizar água e energia, separar o lixo, consumir produtos de sua região.

Você pode começar na sua empresa: optar por matérias-primas veganas, controlar o uso de água e energia, ser transparente nos processos, gerenciar resíduos, melhorar a qualidade de vida dos seus consumidores, manter um projeto social, como o Beleza Solidária.

Tem que mudar o botão. Tem que começar de novo. Tem que partir do zero, se for preciso.

Mas quer época melhor para fazer isso do que um começo de ano? Deixo aqui os meus votos de que cada um de nós seja a real mudança. Vamos eu, você e todos em busca daquilo que não nos dão assim tão fácil. E sem deixar ninguém para trás.

Feliz 2020.

Inocência Manoel

Revolução 4.0

Revolução 4.0

2020 está logo aí e ele é o futuro. Estamos vivendo o que se chama de quarta revolução industrial (ou, se preferir, revolução dos serviços ou, ainda a revolução 4.0).

A primeira revolução veio com a invenção das máquinas a vapor e ferrovias. A segunda veio com a eletricidade. A terceira com a automação computadorizada. E a quarta, a que estamos vivenciando, acontece graças ao uso das novas tecnologias e da informação.

Não é à toa que somos testemunhas de tantas mudanças e que os governos e empresas ainda estejam aprendendo a lidar com as inovações. Mas é preciso lembrar que sem elas dificilmente iremos sobreviver.

Eu sou uma pessoa que naturalmente gosta de tecnologia. Tenho uma alta capacidade de adaptação a novas demandas e estou sempre procurando recursos mais eficientes para o trabalho. Isso é algo natural para mim.

A Inoar nasceu no mundo digital e diversas ações desenvolvidas por mim no Marketing tiveram este DNA como mola propulsora: ser digital, falar com quem está neste ambiente.

Nós trabalhamos com dados deste cenário desde sempre e não é à toa que tomei sempre as decisões mais assertivas ao lançar produtos. Sou próxima dos meus consumidores e nunca bastou que eles conhecessem a marca. Antes de mais nada, eu preciso conhecê-los também. Em tempo real.

Da mesma forma que sempre trabalhei com esta agilidade, não tenho medo algum de mudanças. Especialistas apontam que o mercado deve passar por mudanças profundas nos próximos anos e estou preparadíssima para elas.

Quando ocorre uma grande mudança no processo industrial por causa de uma série de inovações tecnológicas há impactos globais nos âmbitos social, econômico e político. Você certamente tem ouvido falar dos termos startups, internet das coisas, big data, entre outros. Tudo isso que parecia o futuro está acontecendo agora.

E como fica a nossa vida neste futuro acontecendo em tempo real? Temos que estar mais aptos a desenvolver habilidades como resolução de problemas, trabalho em equipe, empreendedorismo, orientação à mudanças e, além de tudo, a capacidade de aprender continuamente, porque os algoritmos mudam a cada dia.

Se por um lado tenho este DNA da mudança rápida para seguir um mercado que não para, é importante lembrar que o lado humano vai ser sempre o nosso real propósito.

Para mim, a pessoa que tiver a competência de se articular através de relacionamos humanos, em um mundo cada vez mais tecnológico, já compreendeu tudo.