Um planeta sobrecarregado

Um planeta sobrecarregado

Quem está atento aos novos desenvolvimentos e ao rumo que venho dando no Marketing da Inoar já sabe: estamos cada vez mais verdes.

E isso não se trata de uma tendência, mas de um posicionamento em que acredito e pelo qual brigo com unhas e dentes. Quando criamos um negócio, temos que ter um propósito. E o meu tem a ver com deixar um legado. Não para mim, mas para o nosso planeta.

A marca que criamos é muito mais do que produzir e vender cosméticos. Queremos fazer isso de forma ética e só conseguiremos observando os 3 pilares que regem nossas criações na Inoar: o respeito às pessoas, o respeito aos animais e o respeito ao meio ambiente.

Ontem, dia 29 de julho, foi o Dia da Sobrecarga da Terra. Você sabe o que isso quer dizer? É data anual em que a nossa demanda por recursos naturais ultrapassa a capacidade de regeneração do planeta, ou seja, dia em que gastamos a bateria sustentável do planeta e não há energia o bastante para carregar como deveria.

Estamos todos sobrecarregados, inclusive nosso planeta. Infelizmente, a cada ano que passa, esse dia chega mais cedo no calendário. É urgente fazermos algo. E todos, eu você, cidadãos, empresas, podemos colaborar um pouquinho. Sabe como? Reduzindo o impacto que causamos.

Em março deste ano, eu assinei o Pacto Global da ONU, afirmando o compromisso da Inoar e do Beleza Solidária com a iniciativa e seus princípios.

O Pacto Global da ONU é a maior iniciativa de sustentabilidade empresarial do mundo, convidando empresas a alinharem as estratégias e operações com os princípios universais de direitos humanos, trabalho, meio-ambiente e combate à corrupção, e a tomarem medidas que promovam objetivos sociais.

A Rede Brasil do Pacto Global elaborou um quiz interativo para conscientizar a população em geral sobre o uso e a conservação dos recursos naturais. O teste analisa, de forma muito simples e didática, a nossa Pegada de Carbono individual, que é a medida das emissões de gases causadores de efeito estufa decorrentes direta ou indiretamente de nossas ações e do ambiente que nos cerca.

Estamos divulgando essa iniciativa em todos os canais da empresa e quero dividir aqui também e pedir: faça o teste:

http://scup.it/lvd7

Quando a gente passa a olhar para um problema, sabendo que fazendo parte dele, mas também de sua solução, podemos ver uma saída para este mundo.

Conto com você! E me conte o que achou.

Inocência Manoel

Réveillon sem fogos Por Inocência Manoel

Réveillon sem fogos                                      Por Inocência Manoel

Aproveitando que neste post [link] eu falei dos animais de estimação que resgatei das ruas, e também porque estou em franca organização do Natal na minha casa quero deixar aqui um alerta importante: todos os anos, milhares de animais sofrem nas épocas de festas devido ao barulho causado pelos fogos de artifício.

Tanto animais domésticos quanto os silvestres são afetados pelo ruído ensurdecedor dos fogos, em todo o mundo. Eles se assustam, fogem, se machucam, podem morrer de ataques cardíacos e apresentar problemas neurológicos. Idosos, bebês e pessoas com autismo também são vítimas dos fogos.

Em maio de 2018, a prefeitura da cidade de São Paulo aprovou um projeto de lei que proíbe soltar fogos de artifício barulhentos dentro do município de São Paulo.

Em 8 de junho, por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) apresentada pelo Sindicato das Indústrias de Explosivos do Estado de Minas Gerais, que contestava a competência do município para definir a proibição, o Tribunal de Justiça suspendeu, em decisão liminar, a lei municipal de São Paulo 16.897 de 2018, que proibia o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampidos e de artifícios.

A discussão seguiu até setembro deste ano, quando o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo cassou, por maioria de votos, a liminar que suspendia os efeitos da lei e, com a decisão, a lei municipal que proíbe o uso de rojões e similares está mantida.

Vale lembrar que a multa para quem descumprir a lei é de R$ 2 mil.

A prefeitura de São Paulo anunciou que seu famoso Réveillon na Paulista não terá fogos com barulho, apenas com efeitos visuais.

Há outras cidades também aderindo a este tipo de comemoração, e serei a primeira a aplaudir esta iniciativa! Festas precisam ser boas para todos, senão não há o que comemorar.

Eles merecem nosso respeito! Por Inocência Manoel

Eles merecem nosso respeito!                  Por Inocência Manoel

Não tenho a menor dúvida de que os cães existem para nos ensinar a sermos pessoas melhores. Por não falarem, os animais fazem com que a gente aprenda a observá-los. A prestarmos atenção em seu comportamento e, através dele, entender suas vontades, seus medos, sua alegria. Isso nos ensina a “ler” os sentimentos, a estarmos mais conectados com a natureza, com o que realmente importa. E levamos isso para a nossa vida, pois desenvolvemos a capacidade de entender também as pessoas – muitas vezes elas também não sabem falar sobre seus sentimentos.

Quando vejo histórias como a que aconteceu com o cãozinho de um supermercado em Osasco, me encho de tristeza e revolta. Porque não é de hoje que os cães se aproximam da minha empresa mortos de fome, buscando um pouquinho de comida para sobreviver, ou procurando abrigo, um teto, muitas vezes perdidos e machucados. E sempre os acolhemos com amor e respeito, que é o que eles merecem.

A primeira a chegar foi Lilica, que resgatei nas ruas. Um dia, eu estava indo a uma reunião de trabalho e vi a cadelinha, que era filhote na época, debaixo de chuva, com um corte na cabeça e sangrando, na rua da empresa. Levamos ela para dentro, tratamos da sua ferida, alimentamos, demos todos os cuidados e Lilica foi ficando. Está com a gente até hoje.

Em seguida, encontrei Leleco, com alguns dias de vida, abandonado em uma caixa nas ruas. Os funcionários da Inoar davam mamadeira para o filhotinho e disputavam o tempo em que podiam tê-lo no colo. Há mais de 5 anos na empresa, Leleco estrelou campanhas publicitárias para a Inoar, que é contra os testes em animais. Leleco ainda foi vítima de sequestro uma vez que passou alguns dias em casa. Cheguei a pagar uma boa quantia em resgate para tê-lo de volta e, desde então, ele vive na sede da empresa.

Quando mudamos de prédio, projetamos um canil para abrigar nossos animais. Foi quando a empresa foi surpreendida com mais uma nova moradora: a pequena Tchuly. A cadelinha, de pouco mais de um ano de idade, ficava à frente do prédio em construção e os funcionários passaram a oferecer ração e água. Tchuly foi ocupando os espaços do novo prédio e agora integra o time canino da Inoar.

Por fim, dois outros cães foram resgatados no último ano: o Paulinho, um macho tigrado extremamente dócil e que se aproximou da gente com fome e frio; e Bradock, cão que veio com um histórico de maus tratos, muito desconfiado, e que agora tem um treinador fazendo sua ressocialização e já consegue demonstrar disciplina e o lado carinhoso que estava escondido muito provavelmente pelo que sofreu antes de chegar aqui.

Todos os pets são vacinados e medicados, passeiam diariamente e ganham banho semanal em pet shop.

Para mim, a presença dos animais contribui para a rotina da empresa e é extremamente benéfica para os colaborador. Há pesquisas que comprovam que a interação do ser humano com animais é fundamental. Na Inoar vemos isso acontecendo todos os dias. Nossos cães são a alegria do escritório e os colaboradores sempre encontram um tempo para um afago. Nós conversamos com os bichos, rimos das brincadeiras deles. Isso desestressa qualquer ambiente.

cachorrinhos