O Pacto Global da ONU – por que é tão urgente fazer alguma coisa

O Pacto Global da ONU – por que é tão urgente fazer alguma coisa

Caso você ainda não saiba, em 2015, a ONU propôs ao mundo uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a chamada Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Estamos em 2020 e o cenário nunca foi tão desafiador. De acordo com dados apresentados nesta semana em uma reunião de estratégias da Rede Brasil do Pacto Global, estamos 30% abaixo das expectativas de atingir os objetivos.

O que quero dizer com isso? Que o momento é de agir.

Quando decidi assinar este grandioso pacto com a ONU, eu sabia que havia muito a ser feito e que algumas iniciativas implantadas na Inoar já estavam alinhadas com os ODS, por exemplo o projeto Beleza Solidária, fundado por mim.

Esta convicção se mostrou ainda mais acertada quando tive certeza do quanto estes Objetivos, além de serem a nossa real forma de mudar o mundo, são uma poderosa ferramenta para as empresas.

Sempre acreditei nesta responsabilidade que temos, como companhia, de fazer negócios mais sustentáveis, porém vou além: os ODS trazem novos horizontes para que as companhias inovem e alcancem vantagens competitivas. O consumidor hoje é muito mais exigente e sabe o que acontece no mundo. E apenas as empresas alinhadas com a sustentabilidade vão sobreviver – guardem isso que estou falando.

Para quem ainda não conhece, listo abaixo as 17 ODS propostos pela ONU:

Objetivo 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares

Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável

Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.

Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos

Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos

Objetivo 9: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação

Objetivo 10: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles

Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis

Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis

Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos

Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável

Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade

Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis

Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Nos próximos posts vou me aprofundar em cada um deles e o que estamos fazendo para avançar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Não basta escrever, ler ou falar. Temos que agir!
Inocência Manoel

Desmistificando o empreendedorismo

Desmistificando o empreendedorismo

O título deste post pode parecer muito duro, ainda mais em tempos em que se valoriza o empreendedorismo – quando ele acontece, na maioria das vezes, por falta de opção.

Muitas vezes, empreender é a sua única escolha. Outras é um sonho. Em todas elas, está longe do glamour que te vendem nos sites sobre o assunto.
Empreender é para os fortes. Mas, sobretudo, para os teimosos. Porque, com tantos percalços no caminho, desistir chega a ser tentador.

Quando comecei, não se falava muito em uma metodologia para negócios. Eu era muito nova e o que consegui nos anos iniciais foi à base do feeling. Não havia as redes sociais, a internet e a rapidez da comunicação que hoje conhecemos. Era como tatear no escuro, e não ter medo do trabalho.

Porém, as coisas foram mudando. Em cada uma das fases da minha vida eu consegui sucesso e derrota. Os tombos foram vários e as puxadas de tapete também. Não fosse minha fé, eu teria seguido outro caminho. Porém, construir uma marca era meu destino, era como se estivesse escrito e eu nunca duvidei disso.

Os dados são reais: 60% das empresas com pouco mais de cinco anos fecham suas portas no Brasil (pesquisa de Demografia das Empresas desenvolvida pelo IBGE).

De acordo com o estudo “Causa Mortis – O sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida”, realizado pelo Sebrae, os principais motivos de falência são a falta de planejamento, a má gestão empresarial e o despreparo de líderes e executivos.

São muitas as armadilhas escondidas nestes fatores, e nelas incluo sim a má conduta e o oportunismo de pessoas e empresas que, percebendo o potencial de um negócio, começam a trabalhar para extrair dele lucro em benefício próprio. Quando você não tem experiência suficiente, cai em alguns golpes e dificilmente se recupera.

Aí vem a resiliência, que muitos chamam de teimosia. Somente levantando de novo, sem medo de seguir em frente, com a cabeça erguida, é que você levanta. Neste processo, me apoio nos meus valores de sempre: valorizar os trabalhadores, os necessitados, olhando não somente para a frente, mas para os que estão ao nosso lado e os que mais precisam de nós.

Inocência Manoel

Por que projetos sociais precisam existir

Por que projetos sociais precisam existir

Fundei o projeto Beleza Solidária há 10 anos, quando vi a necessidade de olhar além dos muros dos meus negócios. Às vezes, estamos tão focados em empreender e lidar com as dificuldades do dia a dia, que fica difícil lançar este olhar para o outro. Mas não comigo.

Como vocês sabem, eu tive um começo difícil. Alguns vários recomeços também, e nunca recebi ajuda, ou capital, ou investimento. Nada. Foi tudo ali, com unhas e dentes e solidão mesmo. Mas é como eu já disse outras vezes e repito: se eu não puder fazer pelos outros o que não fizeram por mim, não teria aprendido nada.

Isso sintetiza toda minha crença e meu modo de agir: é impossível crescer e deixar de ver o que acontece à nossa volta. E, infelizmente, vivemos em um mundo em que a desigualdade grita.

Fazer a diferença na vida das pessoas é praticar a empatia diariamente. Quantas vezes você já se colocou no lugar do outro?

Não sei se foi a minha trajetória, mas o fato é que eu passei por coisas que me renderam boas lições. Situações de vida duríssimas, escolhas complicadas, e tudo aquilo que as pessoas que veem a obra pronta conseguem julgar. São poucos os que realmente conseguem “andar com os sapatos dos outros”.

Foi por causa disso que o Beleza Solidária nasceu. Com o foco em capacitar, gerar renda, transformar vidas. E pronto também para atender situações emergenciais, como fizemos ontem ao levar produtos de higiene para uma região do Taboão da Serra afetada pelas fortes chuvas e alagamentos da última segunda-feira.

Conviver de perto com a realidade de algumas pessoas nos faz pensar em valores dos quais nem nos dávamos conta antes. Você percebe o quanto é privilegiado e que pode usar esta condição para praticar o bem, em vez de querer mais só para você mesmo.

Por meio de projetos sociais você também vê o quanto o poder público falha, e como as empresas podem e devem fazer sua parte para diminuir as diferenças. Em vez de reclamar, vamos lá fazer.

Estudos recentes vêm focando atenção nos efeitos da responsabilidade social corporativa na atitude de funcionários e consumidores, especificamente da correlação positiva entre preferência dos consumidores pelos produtos das empresas e a responsabilidade social desta, mostrando que esta correlação passa pelo fato de os consumidores fazerem uma avaliação geral da empresa em si, quando envolvidos no processo de decisão de compra. Em um artigo intitulado The Company and the Product: Corporate Associations and Consumer Product Responses, publicado no Journal of Marketing, 61, 68-84, os pesquisadores Brown, T.J. e Dacin, P.A. argumentam que o histórico de ações de responsabilidade social das empresas não proporciona propriamente informações sobre os atributos de qualidade de seus produtos, mas cria um contexto geral favorável dentro do qual o consumidor constrói sua avaliação.

Projetos sociais mudam vidas. Esta é a minha maior inspiração, porque não quero o mundo para mim. Quero um mundo melhor para todos – sem distinção.

Inocência Manoel

Resgatamos uma ninhada de gatinhos na Inoar Cosméticos

Resgatamos uma ninhada de gatinhos na Inoar Cosméticos

Os filhotes foram prontamente socorridos por colaboradores

Uma ninhada de gatinhos foi encontrada na última terça-feira (21) na área externa de nossa logística da empresa Inoar Cosméticos, em Taboão da Serra (SP). Logo que soube da história, me emocionei com a mobilização dos colaboradores para salvar os pequenos e não hesitei em ajudar.

Quem socorreu os filhotes inicialmente foi Geovani Alves, operador de empilhadeira, que buscou ajuda dos demais. A maior preocupação do colaborador foi uma das gatinhas que machucou a pata, e precisou ser atendida com urgência. A filhote, que recebeu o nome de Bianca, felizmente foi operada e passa bem.

Prontamente, decidi arcar com todos os custos da cirurgia de Bianca, além da alimentação e da castração de todos os gatinhos. Salvar os bichinhos não é uma caridade, mas sim, uma obrigação; uma atitude que diz muito sobre os valores da Inoar.

O colaborador Geovani será o novo ‘papai’ de Bianca. “Eu vou adotar a gatinha e cuidar dos ferimentos pós-cirúrgicos com responsabilidade. Já tenho uma cachorrinha em casa chamada Nala, que também foi abandonada aqui em frente à empresa. A gatinha será um novo membro da minha família”, conta.

A adoção foi divulgada internamente e, assim, logo os outros três gatinhos ganharam um lar. Bianca está bem após a cirurgia e saiu no dia 23 de janeiro da internação.

O respeito aos animais é um dos principais pilares da Inoar Cosméticos.  Há anos, minha paixão por eles motiva o apoio a causas relacionadas, como a ‘crueltyfree’, que se aplica aos produtos de beleza e higiene não testados em animais.

Há dois anos, a marca faz parte da lista do PETA (Associação de Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) de empresas “livres de crueldade”; além disto, todas as linhas capilares são veganas, ou seja: não possuem nenhum ingrediente de origem animal em sua composição.

Qual é o seu legado?

Qual é o seu legado?

A palavra legado vem do latim legatus, que por sua vez deriva de legare e significa aquilo que foi doado em lei. Por exemplo, algo que se deixa a alguém que não necessariamente seja seu herdeiro. Legado também pode ser atribuído a uma coisa imaterial. Quando você deixa uma obra, uma criação, algo que influencia a vida de pessoas, isto é um legado.

Quando comecei a trabalhar, era muito nova, mas havia dentro de mim a vontade de fazer algo “infinito”. Tinha poucas oportunidades, mas coragem suficiente para mudar minha própria condição (e a de meus familiares e de tantas outras pessoas). Isso ali ainda não tinha nome. Mas estava dentro de mim.

E entre tantas idas e vindas, foi assim que cheguei até aqui e é assim que continuo criando e desenvolvendo produtos, entre tantos outros projetos que me movem e que compartilho com vocês, aqui no blog ou nas páginas da Inoar.

O que ninguém sabe é a importância que dou para todo este legado. E isso faz uma verdadeira diferença na forma como as pessoas veem a marca. Isso porque elas querem se relacionar com empresas cujas crenças estão baseadas em valores sólidos. Empresas que representam um importante legado tendem a ser mais valorizadas e almejadas do que aquelas que têm um perfil volátil.

Agora segura esta: uma pesquisa recente publicada na revista Harvard Business Review mostrou que empresas que não possuem foco em lucro são as que mais estão lucrando.

O levantamento veio a partir de uma análise de empresas de médio e grande porte e demonstrou que negócios com um propósito maior que simplesmente ganhar dinheiro tiveram seis vezes mais retornos para seus shareholders do que aquelas focadas exclusivamente no lucro.

Quando comecei a criar meus produtos para cabelos, eu não tinha em mente a venda. Eu tinha ali um propósito, que era fazer um produto de melhor qualidade e com menor custo para minhas clientes de salão. Vejam bem que a venda não era o meu principal pensamento, ela era uma consequência.

Nesta época, ainda não se falava em capitalismo consciente, mas eu tinha a clara percepção de que o modelo Wall Street de fazer negócios, só focado em lucro, não duraria para sempre. Hoje temos tecnologia e informação na palma das mãos e estamos sendo testemunhas de como os valores da sociedade estão mudando.

Hoje ninguém faz uma compra inconsciente. E eu não faço um produto sequer no qual eu não acredite com todas as minhas forças. Sem perceber eu sempre estive inserida neste modelo de empreender com propósito.

Nesta trajetória, errei e acertei, mas aprendi com todas as opções. Ter propósito é deixar um legado. E, acima de todas as definições para esta palavra tão forte, para mim ela está relacionada ao próximo. Àqueles que amo, àqueles que trabalham comigo, àqueles que nem me conhecem e me agradecem por um produto.

O valor disso não se mede.

E você? Qual é o seu legado?

Inocência Manoel

Para 2020 e além

Para 2020 e além

Chegamos a 2020 e, como a cada começo de ano, começamos a colocar em prática os nossos planos (ou a fazê-los). 2019 foi um ano no mínimo complicado. No Brasil, muitas dúvidas, instabilidade e fake news ainda rondando a população.

Ao mesmo tempo em que se falou em uma retomada, assistimos de camarote à precarização do trabalho, com menos direitos trabalhistas, mais pessoas “empreendendo” por pura falta de opção.

Na hora da virada, falou-se muito de prosperidade e esperança – e de fato são desejos que temos que manter vivos, porque a verdadeira revolução há de ser humana.

Como nós, empresários, podemos fazer um mundo melhor para os próximos anos que acabaram de começar?

A palavra que mais concentra resultados ainda é esta: Sustentabilidade. Andei falando bastante dela por aqui, nos posts sobre minha participação no Fórum da ONU de 2019.

Afinal, o que é a sustentabilidade?

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, o empresário norte-americano Jonh Elkington, fundador de uma organização não governamental chamada Sustainability, criou uma nova maneira para entender a sustentabilidade nos negócios. Para ele, “é preciso que os negócios sejam feitos levando-se em consideração o equilíbrio entre os fatores ambientais, sociais e econômicos, e os resultados das empresas precisam refletir esse equilíbrio”.

O termo tem tem origem no latim sustentare, que significa “sustentar”, “apoiar” e “conservar”. Pensando na origem da palavra, conseguimos entender seu conceito, que indica que há a possibilidade de sustentação, ou seja, economicamente viáveis, socialmente justas e culturalmente diversas.

Engana-se quem pensa que a sustentabilidade está atrelada somente ao meio ambiente. Na verdade, a sustentabilidade que precisamos buscar nas empresas tem um tripé (Triple Bottom Line) em que as dimensões econômica, ambiental e social devem estar em equilíbrio.

No âmbito social o objetivo é promover qualidade de vida, dentro e além dos muros da organização. Aqui, para mim, é muito importante pensar nos indivíduos da sociedade que enfrentam condições desfavoráveis.

No meio ambiente, são as ações da empresa para eliminar o amenizar o impacto negativo causado por suas atividades. Um verdadeiro desafio para a humanidade a longo prazo, por isso é preciso começar já.

E no cenário econômico a sustentabilidade é alcançada através de um modelo de gestão sustentável, ou seja, um modo que incentiva processos que permitam a recuperação do capital financeiro, humano e natural da empresa.

A sustentabilidade nas empresas tem sido objeto de debates recorrentes na última década, por isso nosso papel é tão importante em um mundo conectado e atento ao que desenvolvemos.

Mas conceito é tão amplo que ser sustentável é para pessoa jurídica e física também.

Você pode começar na sua casa, ensinar a seus filhos: economizar água e energia, separar o lixo, consumir produtos de sua região.

Você pode começar na sua empresa: optar por matérias-primas veganas, controlar o uso de água e energia, ser transparente nos processos, gerenciar resíduos, melhorar a qualidade de vida dos seus consumidores, manter um projeto social, como o Beleza Solidária.

Tem que mudar o botão. Tem que começar de novo. Tem que partir do zero, se for preciso.

Mas quer época melhor para fazer isso do que um começo de ano? Deixo aqui os meus votos de que cada um de nós seja a real mudança. Vamos eu, você e todos em busca daquilo que não nos dão assim tão fácil. E sem deixar ninguém para trás.

Feliz 2020.

Inocência Manoel

Revolução 4.0

Revolução 4.0

2020 está logo aí e ele é o futuro. Estamos vivendo o que se chama de quarta revolução industrial (ou, se preferir, revolução dos serviços ou, ainda a revolução 4.0).

A primeira revolução veio com a invenção das máquinas a vapor e ferrovias. A segunda veio com a eletricidade. A terceira com a automação computadorizada. E a quarta, a que estamos vivenciando, acontece graças ao uso das novas tecnologias e da informação.

Não é à toa que somos testemunhas de tantas mudanças e que os governos e empresas ainda estejam aprendendo a lidar com as inovações. Mas é preciso lembrar que sem elas dificilmente iremos sobreviver.

Eu sou uma pessoa que naturalmente gosta de tecnologia. Tenho uma alta capacidade de adaptação a novas demandas e estou sempre procurando recursos mais eficientes para o trabalho. Isso é algo natural para mim.

A Inoar nasceu no mundo digital e diversas ações desenvolvidas por mim no Marketing tiveram este DNA como mola propulsora: ser digital, falar com quem está neste ambiente.

Nós trabalhamos com dados deste cenário desde sempre e não é à toa que tomei sempre as decisões mais assertivas ao lançar produtos. Sou próxima dos meus consumidores e nunca bastou que eles conhecessem a marca. Antes de mais nada, eu preciso conhecê-los também. Em tempo real.

Da mesma forma que sempre trabalhei com esta agilidade, não tenho medo algum de mudanças. Especialistas apontam que o mercado deve passar por mudanças profundas nos próximos anos e estou preparadíssima para elas.

Quando ocorre uma grande mudança no processo industrial por causa de uma série de inovações tecnológicas há impactos globais nos âmbitos social, econômico e político. Você certamente tem ouvido falar dos termos startups, internet das coisas, big data, entre outros. Tudo isso que parecia o futuro está acontecendo agora.

E como fica a nossa vida neste futuro acontecendo em tempo real? Temos que estar mais aptos a desenvolver habilidades como resolução de problemas, trabalho em equipe, empreendedorismo, orientação à mudanças e, além de tudo, a capacidade de aprender continuamente, porque os algoritmos mudam a cada dia.

Se por um lado tenho este DNA da mudança rápida para seguir um mercado que não para, é importante lembrar que o lado humano vai ser sempre o nosso real propósito.

Para mim, a pessoa que tiver a competência de se articular através de relacionamos humanos, em um mundo cada vez mais tecnológico, já compreendeu tudo.