Vivemos dias bastante instáveis nos últimos meses. A sensação é de viver numa corda bamba entre a esperança dos dias em que teremos certeza de estar seguros e os medos de enfrentar algo novo, desconhecido e invisível.
São muitas as tristezas, e não há como procurar o lado bom da vida, quando ela se vai. Toda a minha solidariedade aos familiares que enterram seus mortos e muita força para quem está lidando com essa doença de perto. Meus aplausos para os profissionais de saúde e tantos outros na linha de frente em um ano que jamais será esquecido.